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Cardeal Cottier destaca chamado do Papa a viver o perdão e a esperança
15 de abril

Chile: em preparação a tradicional festa do Quasimodo
15 de abril

Alemanha: jovens são convidados a se prepararem para a JMJ 2005 com a oração
15 de abril

Papa ofereceu emotiva mensagem de esperança no Domingo de Ressurreição
13 de abril

Santo Padre enviou saudação Pascal em 62 idiomas
13 de abril

Papa presidiu solene Vigilia Pascal na Basilica de São Pedro
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"Por que procuráis entre os mortos ao que está vivo? Não está aqui. Ressuscitou."

Arcebispo Aguer pede a católicos argentinos que dêem testemunho da esperança

Buenos Aires, 14 (NE - eclesiales.org) O Arcebispo de La Plata, Dom Héctor Aguer, pediu que seja aberto para a Argentina "um novo horizonte de esperança", e resumiu "a redenção que nos foi obrada por Cristo em dois valores: a liberdade e o amor". Assim o afirmou em seu habitual discurso no programa televisivo "chaves para um mundo melhor", convidando também os católicos argentinos a dar testemunho da esperança na sociedade de hoje.

O pastor platense afirmou que "estes dois valores, liberdade e amor, ou seja, libertação do pecado e capacidade nova d amar segundo Deus, não se verificam somente na ordem íntima ou pessoal, mas nas comunidades cristãs. Têm uma projeção cultural e social, porque a liberdade cristã e a fraternidade cristã da caridade assumem a inclinação espontânea do ser humano à liberdade e a condição natural da sociedade humana, a viver na liberdade e no amor".

"Quando na Páscoa aspiramos a essa gozosa esperança que nos permita viver internamente a liberdade e a fraternidade - acrescentou - temos que pensar em nosso testemunho na sociedade de hoje e no que podemos contribuir à sociedade argentina. A liberdade no mundo moderno está ameaçada. Pontifica-se sobre a liberdade, proclama-se abundantemente, mas, entretanto, ela fica prejudicada pela prepotência dos poderosos, pelos jogos de interesses, pela presença de modas e de ideologias que a vão pressionando sutilmente. Isso nos faz cada vez menos livres".

"Nesta Páscoa - concluiu - todos aspiramos ser melhores cristãos e também temos que pedir a Deus que se abra para nossa Argentina um novo horizonte de esperança". Isso implica em um desejo para nosso próprio bem e para que possamos desfrutar em plenitude, com a graça de Deus, na liberdade cristã e do amor. É uma esperança que dirigimos a todos os que queremos e ao povo e à sociedade em que vivemos".

Cardeal Cottier destaca chamado do Papa a viver o perdão e a esperança

Roma, 14 (NE - eclesiales.org) O chamado a viver o perdão e a esperança foram temas chave na última mensagem Urbi et Orbi do Papa João Paulo II no Domingo de Ressurreição. Assim destacou o Cardeal Georges Cottier, teólogo da Casa Pontifícia, em declarações à Rádio Vaticano. O Purpurado destacou na mensagem pontifícia "o chamado ao valor, à força. Isto quer dizer um chamado à esperança, que encontra seu apoio na fé em Cristo Ressuscitado".

O Cardeal Cottier destacou também a necessidade do perdão, tema que foi uma constante no pontificado do Papa João Paulo II, "especialmente a partir do Ano Santo". "Parece que está muito carregado de esperança este chamado à 'coragem do perdão'", apontou. Por outro lado, em relação aos desejos de paz expressados pelo Pontífice, o Cardeal Cottier destacou sua rejeição ao terrorismo. "Um dos maiores danos que produz o terrorismo é o de manter a humanidade com medo. E o medo destrói a confiança", afirmou.

Chile: em preparação a tradicional festa do Quasimodo

Santiago do Chile, 14 (NE - eclesiales.org) Em diversas paróquias e capelas da Arquidiocese de Santiago será celebrada neste domingo a festa do Quasimodo, uma expressão de religiosidade popular característica da zona central do Chile que se celebra desde a época da Colônia, no domingo seguinte à Páscoa de Ressurreição.

Centenas de ginetes montados em seus cavalos, ou fiéis mobilizados em enfeitadas charretes, bicicletas e carros, acompanham a sacerdotes que levam a comunhão a pessoas enfermas e anciãs que não puderam comungar na Páscoa da Ressurreição.

Esta singular expressão de religiosidade popular, única no mundo, tem sua origem no cumprimento de uma disposição estabelecida no Concílio de Trento, que obrigava os fiéis a comungar pelo menos uma vez por ano, especialmente na Páscoa da Ressurreição.

Como os anciãos e enfermos estavam impedidos de cumprir com este mandato, os sacerdotes optaram por levar Jesus Sacramentado até os lares, mas por medo a ser assaltados e a que as hóstias fossem objeto de sacrilégios, tomaram o costume de fazer-se acompanhar por ginetes a cavalo, desde a época da colônia.

O nome de "Festa do Quasimodo" tem sua origem no texto latino da antífona introdutória do segundo domingo de Páscoa de Ressurreição: "Quase modo genite infantes..." ("como crianças recém nascidas"), que está tomada da Primeira Carta de São Pedro.

Alemanha: jovens são convidados a se prepararem para a JMJ 2005 com a oração

Roma, 14 (NE - eclesiales.org) Como preparação para a XX Jornada Mundial da Juventude de 2005 (JMJ), a Conferência Episcopal Alemanha divulgou um livro convidando os jovens a que se prepararem para o encontro através da oração. Espera-se que até um milhão de participantes se encontrem com o Papa em Colônia, onde será realizada a JMJ 2005.

Segundo informou a agencia Fides, com a abertura oficial da preparação e com o inicio do "Caminho da Cruz" da JMJ, foi publicado um livro de oração para os jovens com o título: "Reza!". O livro contém oração sobre temas de identidade, relação com Cristo e compromisso social e se inspira no tema da Jornada Mundial da Juventude: "Viemos para adora-lo" (Mt 2,2).

O livro contém propostas para a oração individual e comunitária, e convida também às orações cristãs fundamentais, incluído o Rosário. O livro, que pretende acompanhar sobretudo a jovens entre os 15 e 30 anos no "Caminho da Cruz", foi realizado em colaboração com as congregações religiosas na Alemanha, Áustria e Suíça.

Papa ofereceu emotiva mensagem de esperança no Domingo de Ressurreição

Roma, 12 (NE - eclesiales.org) "Este ano o anuncio gozoso da Páscoa, escutado com força na Vigília dessa noite, nos chega também para tornar mais firme nossa esperança". Com estas palavras iniciou ontem o Papa João Paulo II sua habitual mensagem com ocasião do Domingo de Ressurreição. "Cristo ressuscitou, Cristo está vivo entre nós! Seu nome é agora "o Vivente", "a morte já não tem domínio sobre Ele", exclamou o Papa, diante de milhares de fiéis que estavam presentes na Praça São Pedro no Vaticano.

"A ti, Cristo, nossa vida e nosso guia, se dirija quem esta tentado pelo desanimo e o desespero, para escutar o anuncio da esperança que não decepciona. Neste dia de teu triunfo sobre a morte, que a humanidade encontre em ti, Senhor, a valentia de opor-se de maneira solidária a tantos males que nos afligem".

"Que encontre, em particular, a força para enfrentar o inumano, e por desgraça propagado, fenômeno do terrorismo, que nega a vida e torna perturbada e insegura a existência cotidiana de tanta gente trabalhadora e pacifica".

Em suas emotivas palavras, o Papa pediu deste modo para que a sabedoria de Cristo "ilumine aos homens de boa vontade no compromisso contra esta praga". Deste modo, pediu para que "se confirme e consolide a atividade dos responsáveis para conseguir uma solução satisfatória dos conflitos que perduram, que ensangüentam algumas regiões da África, Iraque e Terra Santa".

"Escutai todos os que se interessam pelo futuro do homem! Escutai, homens e mulheres de boa vontade! Que a tentação da vingança dê espaço para a valentia do perdão; que a cultura da vida e do amor faça vã a lógica da morte; que a confiança volte a reanimar a vida dos povos".

"Ajuda-nos a trabalhar sem cessar para que venha esse mundo mais justo e solidário que Tu, ressuscitado, inauguraste. Neste esforço está a nosso lado aquela que acreditou que se cumpririam as Palavras do Senhor". "Bem-aventurada tu, Maria, testemunha silenciosa da Páscoa! Tu, Mãe do Crucificado ressuscitado, que na hora da dor e da morte tinhas acesa a lâmpada da esperança, ensina-nos também a sermos, entre as contradições do tempo que passa, testemunhas convencidas e gozosas da perene mensagem de vida e de amor que trouxe ao mundo o Redentor ressuscitado", concluiu o Pontífice.

Santo Padre enviou saudação Pascal em 62 idiomas

Roma, 12 (NE - eclesiales.org) O Papa João Paulo II, ao concluir a Missa de Domingo de Ressurreição, enviou sua mensagem de saudação Pascal em 62 idiomas. Como é tradição nesta data, após a mensagem Urbi et Orbi (à cidade e ao mundo), o Papa expressou sua saudação de Páscoa em diversos idiomas, não só nos principais, mas também em línguas pouco comuns. Junto aos principais idiomas europeus e nas línguas eslavas, o Papa saudou ontem também em chinês, japonês, suahili, mongol, mahori, hebreu e aramaico, etíope-eritreo, kirundi e kinyarwanda, tamil, bengalês, birmanes, entre outros.

Papa presidiu solene Vigilia Pascal na Basilica de São Pedro

Roma, 12 (NE - eclesiales.org) Sábado pela noite, o Papa João Paulo II presidiu na Basílica de São Pedro a solene Vigília Pascal, a "Mãe de todas as Vigílias". Como é tradição nesta celebração, o Papa conferiu o sacramento do Batismo a um grupo de catecúmenos, quatro mulheres e três homens, da Itália, Togo e Japão.

"A luz dAquele que 'ressuscitou dentre os mortos: o primeiro de todos', volta 'clara como o dia' esta noite memorável, considerada justamente o 'coração' do ano litúrgico. Nesta noite a Igreja inteira vela e medita as etapas importantes da intervenção salvífica de Deus no universo".

"O Senhor nos pede que lhe renovemos a expressão de nossa plena docilidade e da total entrega a serviço do Evangelho", destacou deste modo o Papa durante sua homilia. "Queridos irmãos e irmãs! Sim esta missão às vezes pode lhes parecer difícil, recordai as palavras do Ressuscitado: 'Eu estou convosco todos os dias, até o fim do mundo'. Convencidos de sua presença, não temerão então nenhuma dificuldade nem obstáculo algum. Sua Palavra lhes iluminará; seu Corpo e seu Sangue serão vosso alimento e apoio no caminho cotidiano para a eternidade".

"Junto a cada um de vós estará sempre Maria, como esteve presente entre os Apóstolos, temerosos e desorientados no momento da prova. Temendo sua mesma fé Ela lhes mostrará, além da noite do mundo, a aurora gloriosa da ressurreição", concluiu o Pontífice.