| |
![]() |
![]() |
|
|
|||||||||||||||
![]() |
|||||||||||||||||||
|
|
|
|
|
||||||||||||||||
|
Papa convida a usar meios de comunicação "com sabedoria e prudência" Roma, 24 (NE - eclesiales.org) Ao reunir-se com peregrinos de diversos lugares do mundo, o Papa João Paulo II destacou ontem, domingo, a celebração da solenidade da Ascensão do Senhor, ocasião "que revela como a humanidade, assumida e redimida por Cristo, foi por Ele elevada à plena comunhão com Deus". Em suas palavras antes da oração do Regina Caeli, o Pontífice destacou também a celebração da Jornada Mundial das Comunicações Sociais. "Aos trabalhadores deste vasto setor - afirmou o Papa - olha a Igreja com atenção e simpatia, e deseja instaurar com eles um diálogo franco e aberto, para alentar o compromisso a favor do autêntico progresso da humanidade". "Este ano o tema sobre o qual estamos convidados a refletir é: «Os meios na família: um risco e uma riqueza». Graças às modernas tecnologias, muitos núcleos familiares podem aceder diretamente aos vastos recursos da comunicação e da informação, e obter deles ocasião de educação, de enriquecimento e de crescimento espiritual. Os meios de comunicação - alertou por outro lado o Papa - podem entretanto ocasionar grave dano à família quando apresentam uma visão inadequada ou até distorcida da vida, da própria família, da religião e da moral". "É necessário, portanto, aprender a usá-los com sabedoria e prudência. É um dever que concerne, sobretudo, aos pais, responsáveis de uma educação sã e equilibrada dos filhos. É tarefa que igualmente compete às instituições públicas, chamadas a colocar em marcha procedimentos e regulamentos capazes de assegurar que os meios de comunicação social sejam sempre respeitosos da verdade e do bem comum", concluiu. Fundador do MVC alenta famílias a formarem "lares centrados em Cristo" Lima, 24 (NE - eclesiales.org) Assumir "a enorme e difícil responsabilidade de educar os filhos, recordando que a melhor educação é a do exemplo", foi um dos convites realizados por D. Luis Fernando Figari, Fundador do Movimento de Vida Cristã, ao reunir-se neste fim de semana com membros da associação Família de Nazaré. Diante de mais de 250 casais, presentes com seus filhos e filhas, L. F. Figari alentou as famílias a serem "cenáculos de amor" e "lares centrados em Cristo". Em suas palavras durante o encontro, durante o qual cada um dos integrantes de duas famílias ofereceram um emocionante testemunho de vida cristã, o fundador do MVC convidou os casais a "viver cada dia a grande aventura de conhecer-se mutuamente e aprofundar em seu mútuo amor", já que "o matrimônio é algo muito belo, mas exige responsabilidade, conhecimento e aprofundamento". Nesse sentido, recordou aos membros da associação Família de Nazaré que "o caminho da santidade da família passa pela santidade pessoal, cada membro deve assumir essa tarefa desde suas responsabilidades, aprendendo a amar os demais e a amar-se com o amor que Deus lhes tem". Do mesmo modo, convidou a "construir lares habituados ao diálogo, à escuta", lares onde todos possam responder a sua vocação a ser pessoas humanas plenas. "Os pais - recordou - devem ajudar seus filhos a descobrirem para que nasceram, a descobrirem para que os chama Deus, porque a felicidade está em seguir o caminho para nós traçado por Deus". O fundador insistiu que a vocação ao matrimônio era uma vocação à santidade. Destacou as características da vida matrimonial e familiar, ressaltando que todos na família deveriam cooperar para que os outros membros alcancem a santidade. "Essa meta é fundamental", declarou L. F. Figari, autor de um popular texto intitulado "O matrimônio, um caminho de santidade". Família de Nazaré é uma associação do Movimento de Vida Cristã que congrega casais de esposos que desejam aprofundar na vivência de seu matrimônio como um caminho de santidade. Mediante um programa de formação desenvolvido em reuniões semanais e de outras iniciativas que contemplam as exigências concretas da vida matrimonial e familiar, e a formação dos filhos no respeito e na liberdade, os casais emevecistas procuram, com a ajuda de Deus, viver em suas próprias famílias segundo o iluminador horizonte que brota da família de Nazaré: Jesus, Maria e José. Cardeal Ruini pede "futuro de paz" e soberania para o Iraque Roma, 24 (NE - eclesiales.org) A crise no Iraque foi um dos pontos centrais da Conferência de Imprensa que foi realizada nos últimos dias em Roma, ao finalizar a 53ª Assembléia Geral da Conferência Episcopal Italiana. O Cardeal Camillo Ruini, Vicário do Papa para a Diocese de Roma e Presidente da Conferência Episcopal, expressou seu vivo desejo de que os Países árabes e do ocidente cumpram seus objetivos comuns no que se refere à luta contra o terrorismo, a independência do Iraque e o restabelecimento da paz. "Eu espero - compartilhou - e trabalho em tudo o que esteja em meu alcance, para que o futuro seja a paz, sobretudo, e por isso também a independência e soberania do Iraque. Também espero que o Iraque não se torne um caldo de cultivo generalizado de terrorismo". Países da União Européia pedem referência ao cristianismo na Constituição Roma, 24 (NE - eclesiales.org) Sete países da União Européia pediram que se inclua uma referência ao cristianismo na futura constituição européia. Assim anunciou o ministro polaco do exterior, Boguslaw Majewski, afirmando que o grupo de países enviou uma carta à presidência da União Européia que "contém a mensagem que os governos destes países consideram como prioritário, a inclusão da tradição cristã o preâmbulo". O atual projeto de tratado não contempla referência alguma ao cristianismo e só afirma que a Constituição se inspira "nas heranças culturais, religiosas e humanistas da Europa". Vários dos 25 países reivindicam a inclusão deste preâmbulo da referência explícita ao cristianismo, à qual se opõem França, Bélica e países do norte da Europa. Os países que assinaram a carta são: Itália, República Checa, Portugal, Lituânia, Malta, Eslováquia e Polônia. Majewski afirmou a respeito que não se trata de uma lista exaustiva, e expressou sua esperança de que "outros países se unam a esta iniciativa". Santo Padre proclamou seis novos santos Roma, 17 (NE - eclesiales.org) Em uma solene cerimônia, o Papa João Paulo II canonizou ontem seis novos beatos, destacando seu testemunho de santidade para toda a Igreja. Diante de milhares de pessoas que se congregaram na Praça São Pedro, o Pontífice proclamou santos os beatos, elevando assim a 483 o número de santos elevados aos altares durante seu pontificado. "A paz verdadeira é fruto da vitória de Cristo sobre o poder do mal, do pecado e da morte. Aqueles que o seguem fielmente se convertem em testemunhas e construtores da paz", afirmou também o Papa durante sua homilia, na qual destacou alguns aspectos da vida de cada um dos santos. Os novos santos são: Luigi Orione (1872-1940), sacerdote, fundador da Pequena Obra da Divina Providência e da Congregação das Pequenas Religiosas Missioneiras da Caridade; Annibale Maria Di Francia (1851-1927), presbítero, fundador das Congregações dos Padres Rogacionistas do Coração de Jesus e das Filhas do Zelo Divino; José Manyanet y Vives (1833-1901), presbítero, fundador das Congregações dos Filhos da Sagrada Família de Jesus, Maria e José das Missionárias Filhas da Sagrada Família de Nazaré; Nimatullah Kassab Al-Hardini (1808-1858), presbítero, da Ordem Libanesa Maronita; Paola Elisabetta Cerioli (1816-1865), religiosa, fundadora do Insituto das Religiosas da Sagrada Família e da Congregação da Sagrada Família de Bergamo; Gianna Beretta Molla (1922-1962), mãe de família. "'Não se turbe vosso coração nem se acovarde'. As vicissitudes terrenas destes seis novos santos nos alentam a perseverar no próprio caminho, confiando na ajuda de Deus e na proteção materna de Maria. Que velem desde o céu agora por nós e nos apóiem com sua poderosa intercessão", afirmou o Papa ao concluir sua homilia. Cardeal Ratzinger afirma importância da família para o futuro da Europa Roma, 16 (NE - eclesiales.org) O matrimônio e a família são essenciais para o futuro da Europa. Assim declarou este fim de semana o Cardeal Joseph Ratzinger, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, durante uma conferência na cidade de Roma. O Cardeal Prefeito constatou que na Europa se evidencia o "desfalecimento interior das forças espirituais", e que também "se dá uma estranha falta de vontade de futuro. Os filhos, que são o futuro, são vistos como uma ameaça para o presente; nos tiram algo de nossa vida, se pensa". Falando do matrimônio entre um homem e uma mulher, o Cardeal Ratzinger afirmou também que "a Europa deixaria de ser Europa se esta célula fundamental de seu edifício social desaparecesse ou fosse alterada essencialmente". "A Carta dos direitos fundamentais [da União Européia] fala do direito ao matrimônio, mas não faz referência a uma específica proteção jurídica e moral e nem sequer o define de uma maneira mais precisa", constatou o Cardeal, afirmando em seguida que "todos sabemos como o matrimônio e a família estão ameaçados, por uma parte, por causa do esvaziamento de sua indissolubilidade através de formas cada vez mais fáceis de divórcio; por outra, por causa de um novo comportamento que vai se difundindo cada vez mais: a convivência entre um homem e uma mulher sem a forma jurídica do matrimônio". Com respeito ao reconhecimento do matrimônio entre homossexuais, o Purpurado considerou que "com esta tendência saímos fora do conjunto da história moral da humanidade". "Não se trata de discriminação - esclareceu - mas da questão de que é a pessoa humana enquanto homem e mulher". Por outro lado, falando da questão religiosa, o Cardeal destacou que "em nossa sociedade atual, graças a Deus, se multa a quem desonra a fé de Israel, a sua imagem de Deus, suas grandes figuras. Multa-se a quem ofende o Corão e as convicções fundamentais do Islam". Entretanto, "quando se trata de Cristo e do que é sagrado para os cristãos, então a liberdade de opinião se apresenta como o bem supremo, e se põem-se limites, seria como ameaçar ou inclusive destruir a tolerância e a liberdade em geral". "A liberdade de opinião não pode destruir a honra e a dignidade do outro; não significa liberdade para mentir ou para destruir os direitos humanos", esclareceu. Bispos argentinos advertem "esquecimento de Deus" e chamam à reconciliação Buenos Aires, 17 (NE - eclesiales.org) Ao concluir sua assembléia plenária, os Bispos argentinos divulgaram um comunicado convidando a não esquecer "Deus e sua lei", destacando também o chamado à reconciliação entre os argentinos. No documento, os Pastores reiteraram que na sociedade paira o "esquecimento de Deus e de sua lei", o qual "leva a um relativismo moral que afeta a concepção da pessoa e dos vínculos humanos, em primeiro lugar o do matrimônio e da família, e que coloca em perigo a vida humana nascente quando se quer fazer esquecer que o aborto é um crime que mata o mais indefeso dos seres humanos". Logo se perguntam se realmente "saímos da crise", e advertiram que "nossa visão de êxito nos pode fazer iludir mais uma vez no fato de que nossa salvação consiste no incipiente início econômico pelo qual atravessamos". Por isso esclareceram que "se as causa da crise são tão profundas, o caminho a percorrer será árduo e não isento de sacrifícios". Deve-se percorrer, sustentam, "o caminho das reformas profundas que permitam restabelecer uma maior confiabilidade nos representantes do povo e um renovado fortalecimento dos poderes do Estado". Reconheceram também que "aos argentinos o passado continua pesando exageradamente", mas "se o assumimos desde a reconciliação, no lugar de ser causa de divisões, se transformará em escola que nos ensine tudo o que devemos fazer para nos integrar-nos e crescer em comunhão". "Concluímos esta mensagem pedindo ao Senhor que seja Ele quem 'inspire nossos projetos e esperanças'. Hoje dizemos a todos que não somente 'queremos ser Nação', mas que necessitamos ser Nação, 'cuja identidade seja a paixão pela verdade e o compromisso pelo bem comum'. Necessitamos-no para que todos os argentinos, sem exclusão alguma, possamos viver nossa dignidade de filhos de Deus e para nos inserirmos em uma sã e fraterna convivência com todas as nações do mundo", afirmaram os Bispos. Colômbia: centenas de emevecistas em peregrinação mariana Medellín, 17 (NE - eclesiales.org) Com ocasião do mês de Maria, centenas de membros do Movimento de Vida Cristã na Antioquia realizaram uma peregrinação mariana, que neste ano teve como marco a campanha de oração que é realizada em preparação da II Assembléia Geral do Movimento de Vida Cristã. A peregrinação começou no parque central de Sabaneta, município localizado ao sul do Vale de Aburrá, e onde se encontra o Santuário dedicado a Maria Auxiliadora, que é uma das devoções principais de Antioquia. A meta da peregrinação foi a recentemente criada paróquia de Nossa Senhora da Reconciliação, no município de La Estrella, pertencente à arquidiocese de Medellín. Entre cantos, orações, e o alegre compartilhar fraterno, os emevecistas deram testemunho de sua fé, no caminho que realizaram através das ruas, até chegar ao bairro da Imaculada no município La Estrella, onde se encontra a Paróquia Nossa Senhora da Reconciliação. Ali foram recebidos entre aplausos e cantos por muitos fiéis da paróquia, que participaram junto com os peregrinos de uma multitudinária Eucaristia. Por meio dessa peregrinação o MVC na Antioquia começou a campanha de oferecimentos e orações em preparação da II Assembléia Plenária do Movimento de Vida Cristã, que será realizada em Lima, em dezembro deste ano. Espanha: Arcebispo de Tarragona pede presença cristã na vida pública Madri, 17 (NE - eclesiales.org) "Apesar do laicismo dominante", os cristãos temos que oferecer com convencimento "o evangelho de Jesus, a doutrina social da Igreja e o humanismo cristão" à sociedade atual, "globalizada, multicultural e pós-moderna". Assim afirmou o Arcebispo de Tarragona, Luis Matínez Sistach, em uma recente carta pastoral, na qual destacou o "difícil papel dos cristãos" pelos numerosos desafios que existem na atualidade para a Igreja. "É necessário ver quais são as esperanças dos homens de nosso tempo, aos quais o evangelho pode dar resposta; todavia mais, a única resposta possível - afirmou Dom Martínez Sistach. Isso pede uma presença dos cristãos cheia de amor ao mundo criado por Deus, pelo qual Jesus morreu na cruz e ressuscitou". O Arcebispo afirmou também que "em vez de lamentar-se, sentindo nostalgia dos passados tempos felizes, a Igreja sempre reagiu com um gesto audaz, lançando-se a evangelizar nos tempos novos que lhe foram dados para viver". "Depois de anos de confrontação com os movimentos culturais e ideológicos, a Igreja, com o Concílio Vaticano II, fez um poderoso esforço de discernimento para tratar de acolher todo o bom e positivo que criou nosso mundo". "Não significa a renúncia à pretensão da Verdade, da qual a Igreja não pode fazer vista grossa - explicou o Prelado - mas ao contrário, reconhecer que no homem, ainda ferido pelo pecado original, resplandece sempre um pouco a imagem que Deus imprimiu nele, e é, ainda que limitadamente, capaz de verdade, de beleza e de bem". "Esgotado o projeto da modernidade - conclui - o cristianismo constitui a única força capaz de superar os perigos do irracionalismo e do niilismo". |
||||||||||||||||||
|
Notícias Eclesiais autoriza a reprodução total ou parcial da informação colocada a serviço de nossos leitores, desde que se mencione a fonte (Notícias Eclesiais). A publicação da informação prestada por esta página não implica nenhum tipo de compromisso. Direitos reservados (©) Notícias Eclesiais |
|||||||||||||||||||
| |
|
|
|
|
|
|
|
||||||||||||