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evangelho[3]='<p class="titular">Domingo 3 de agosto de 2003<br>XVIII Semana do Tempo Comum<p class="texto">Jo 6,24-35<p class="texto">Quando a multid&atilde;o percebeu que nem Jesus, nem os disc&iacute;pulos estavam ali, entraram nos barcos e foram a Cafarnaum, à procura de Jesus.<p class="texto">Ao encontrar Jesus na outra margem, perguntaram: &quot;Mestre, quando chegaste aqui?&quot; Jesus respondeu: &quot;Na verdade eu vos digo: v&oacute;s me procurais, n&atilde;o porque vistes os sinais, mas porque comestes o p&atilde;o e ficastes saciados. Esfor&ccedil;ai-vos, n&atilde;o pelo alimento que se estraga, e sim pelo alimento que permanece at&eacute; à vida eterna. &Eacute; este o alimento que o Filho do homem vos dar&aacute;, porque Deus Pai o marcou com seu selo&quot;. Ent&atilde;o lhe perguntaram: &quot;O que devemos fazer para trabalhar nas obras de Deus?&quot; Jesus respondeu: &quot;A obra de Deus &eacute; que acrediteis naquele que ele enviou&quot;. Ent&atilde;o lhe perguntaram: &quot;Mas tu, que sinal fazes para que vejamos e acreditemos em ti? Qual &eacute; a tua obra? Nossos pais comeram o man&aacute; no deserto , como est&aacute; escrito: <i>Deu-lhes para comer p&atilde;o do c&eacute;u</i> &quot;. Jesus lhes respondeu: &quot;Na verdade eu vos digo: n&atilde;o foi Mois&eacute;s que vos deu o p&atilde;o do c&eacute;u. Meu Pai &eacute; que vos d&aacute; o verdadeiro p&atilde;o do c&eacute;u, pois o p&atilde;o de Deus &eacute; aquele que desce do c&eacute;u e d&aacute; vida ao mundo&quot;. Disseram-lhe ent&atilde;o: &quot;Senhor, d&aacute;-nos sempre desse p&atilde;o&quot;. Jesus respondeu: &quot;Eu sou o p&atilde;o da vida. Quem vem a mim j&aacute; n&atilde;o ter&aacute; fome, e quem cr&ecirc; em mim jamais ter&aacute; sede.'
evangelho[4]='<p class="titular">Segunda-feira 4 de agosto de 2003<br>XVIII Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 14,13-21<p class="texto">Ao saber disso, Jesus retirou-se dali, num barco, para um lugar deserto e afastado. Mas o povo soube e o seguiu das cidades a p&eacute;. Ao desembarcar, viu uma grande multid&atilde;o de povo e, sentindo compaix&atilde;o, curou os seus enfermos. Ao cair da tarde, aproximaram-se dele os disc&iacute;pulos e disseram: &quot;O lugar aqui &eacute; deserto e j&aacute; passou da hora. Despede o povo para que possa ir aos povoados comprar alimentos&quot;. Mas Jesus lhes respondeu: &quot;N&atilde;o h&aacute; necessidade de eles irem embora. Dai-lhes v&oacute;s mesmos de comer&quot;. Eles, por&eacute;m, disseram: &quot;N&atilde;o temos aqui sen&atilde;o cinco p&atilde;es e dois peixes&quot;. Ele falou: &quot;Trazei-os para c&aacute;&quot;. Mandou a multid&atilde;o sentar-se na grama. Depois tomou os cinco p&atilde;es e os dois peixes, levantou os olhos para o c&eacute;u e rezou a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o; partiu ent&atilde;o os p&atilde;es, deu-os aos disc&iacute;pulos, e estes à multid&atilde;o. Todos comeram e ficaram saciados. E dos peda&ccedil;os que sobraram recolheram doze cestos cheios. Os que comeram eram cerca de cinco mil homens, sem contar as mulheres e as crian&ccedil;as.'
evangelho[5]='<p class="titular">Ter&ccedil;a-feira 5 de agosto de 2003<br>XVIII Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 14,22-36<p class="texto">Logo a seguir, Jesus mandou que os disc&iacute;pulos entrassem no barco e fossem na frente para a outra margem, enquanto ele despedia a multid&atilde;o. Depois de despedir o povo, subiu sozinho ao monte para rezar. Ao anoitecer, l&aacute; estava ele s&oacute;. O barco j&aacute; se achava a alguns quil&ocirc;metros da terra e era agitado pelas ondas, pois o vento era contr&aacute;rio. Pelas tr&ecirc;s da madrugada, Jesus chegou, andando sobre o mar. Ao v&ecirc;-lo caminhar sobre as &aacute;guas, os disc&iacute;pulos ficaram com medo: &quot;&EACUTE; um fantasma&quot;diziam, gritando de medo. Mas logo Jesus lhes falou: &quot;Coragem! Sou eu! N&atilde;o tenhais medo!&quot; Tomando a palavra, Pedro disse : &quot;Senhor, se &eacute;s tu, manda-me andar sobre as &aacute;guas at&eacute; junto de ti&quot;. Ele disse: &quot;Vem!&quot;Descendo do barco, Pedro caminhou sobre as &aacute;guas ao encontro de Jesus. Mas, ao sentir a viol&ecirc;ncia do vento, ficou com medo; come&ccedil;ou a afundar e gritou: &quot;Senhor, salva-me!&quot; No mesmo instante Jesus estendeu a m&atilde;o e o segurou, dizendo: &quot;Homem de pouca f&eacute;, por que duvidaste?&quot; E quando os dois entraram no barco, o vento se acalmou. Ent&atilde;o, os do barco prostraram-se diante dele e disseram: &quot;Verdadeiramente, tu &eacute;s Filho de Deus&quot;. Terminada a travessia, chegaram à regi&atilde;o de Genesar&eacute;. Os homens do lugar o reconheceram e espalharam a not&iacute;cia por todos os arredores. Trouxeram-lhe todos os enfermos. Pediam-lhe que os deixasse tocar ao menos na ponta de seu manto. E todos que o tocavam ficavam curados.'
evangelho[6]='<p class="titular">Quarta-feira 6 de agosto de 2003<br>XVIII Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 15,21-28<p class="texto">Jesus saiu dali e retirou-se para os arredores das cidades de Tiro e Sid&ocirc;nia. De repente, uma mulher canan&eacute;ia, que vinha daquela regi&atilde;o, come&ccedil;ou a gritar: &quot;Senhor, Filho de Davi, tem piedade de mim! Minha filha est&aacute; sendo terrivelmente atormentada pelo dem&ocirc;nio&quot;. Mas ele n&atilde;o lhe respondia nenhuma palavra. Os disc&iacute;pulos se aproximaram e lhe pediram: &quot;Manda-a embora, pois ela vem gritando atr&aacute;s de n&oacute;s&quot;. Jesus respondeu: &quot;N&atilde;o fui enviado sen&atilde;o para as ovelhas perdidas da casa de Israel&quot;. Mas ela veio, prostrou-se diante dele e disse: &quot;Senhor, socorro!&quot; E ele respondeu: &quot;N&atilde;o fica bem tirar o p&atilde;o dos filhos e jog&aacute;-lo aos cachorrinhos&quot;. Ela por&eacute;m disse: &quot;Certamente, Senhor; mas tamb&eacute;m os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa de seus donos&quot;. Ent&atilde;o Jesus lhe falou: &quot;&OACUTE; mulher, grande &eacute; a tua f&eacute;! Seja feito como desejas&quot;. E desde aquela hora sua filha ficou curada.'
evangelho[7]='<p class="titular">Quinta-feira 7 de agosto de 2003<br>XVIII Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 16,13-23<p class="texto">Chegando à regi&atilde;o de Cesar&eacute;ia de Filipe, Jesus perguntou a seus disc&iacute;pulos: &quot;Quem as pessoas dizem que &eacute; o Filho do homem?&quot; Eles responderam: &quot;Alguns dizem que &eacute; Jo&atilde;o Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou um dos profetas&quot;. Ent&atilde;o ele perguntou-lhes: &quot;E v&oacute;s, quem dizeis que eu sou?&quot; Sim&atilde;o Pedro respondeu: &quot;Tu &eacute;s o Cristo, o Filho de Deus vivo&quot;. Em resposta, Jesus disse: &quot;Feliz &eacute;s tu, Sim&atilde;o filho de Jonas, porque n&atilde;o foi a carne nem o sangue quem te revelou isso, mas o Pai que est&aacute; nos c&eacute;us. E eu te digo: Tu &eacute;s Pedro e sobre esta pedra construirei a minha Igreja e as portas do inferno nunca levar&atilde;o vantagem sobre ela. Eu te darei as chaves do reino dos c&eacute;us, e tudo que ligares na terra ser&aacute; ligado nos c&eacute;us, e tudo que desligares na terra ser&aacute; desligado nos c&eacute;us&quot;. E deu ordens aos disc&iacute;pulos de n&atilde;o falarem para ningu&eacute;m que ele era o Cristo. Desde ent&atilde;o, Jesus come&ccedil;ou a mostrar a seus disc&iacute;pulos que era necess&aacute;rio ele ir a Jerusal&eacute;m e sofrer muito da parte dos anci&atilde;os, sumos sacerdotes e escribas, ser morto e ao terceiro dia ressuscitar. Pedro levou-o para um lado e se p&ocirc;s a repreend&ecirc;-lo: &quot;Deus n&atilde;o permita, Senhor, que isso aconte&ccedil;a&quot;. Mas Jesus voltou-se para Pedro e disse: &quot;Afasta-te de mim, Satan&aacute;s. Tu &eacute;s para mim uma pedra de trope&ccedil;o, porque n&atilde;o tens senso para as coisas de Deus, mas para as dos homens&quot;.'
evangelho[8]='<p class="titular">Sexta-feira 8 de agosto de 2003<br>XVIII Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 16,24-28<p class="texto">Ent&atilde;o Jesus disse aos disc&iacute;pulos: &quot;Se algu&eacute;m quiser vir ap&oacute;s mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. Pois quem quiser salvar a sua vida, vai perd&ecirc;-la; mas quem perder a sua vida por amor de mim, h&aacute; de encontr&aacute;-la. O que adianta algu&eacute;m ganhar o mundo inteiro , se vier a se prejudicar? Ou, o que se pode dar em troca da pr&oacute;pria vida? Porque o Filho do homem h&aacute; de vir na gl&oacute;ria do Pai, com os anjos, e ent&atilde;o dar&aacute; a cada um conforme as suas obras. Eu vos garanto que alguns dos que aqui se encontram n&atilde;o morrer&atilde;o antes de verem o Filho do homem vir em seu reino.'
evangelho[9]='<p class="titular">S&aacute;bado 09 de agosto de 2003<br>XVIII Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 17,14-20<p class="texto">Quando voltaram at&eacute; o povo, um homem aproximou-se dele e, de joelhos, suplicava: &quot;Senhor, tem piedade de meu filho! Ele &eacute; epil&eacute;ptico e tem ataques t&atilde;o fortes que muitas vezes chega a cair no fogo ou na &aacute;gua. Apresentei-o a teus disc&iacute;pulos mas eles n&atilde;o foram capazes de cur&aacute;-lo&quot;. Jesus respondeu: &quot;&OACUTE; gente incr&eacute;dula e perversa! At&eacute; quando deverei ficar convosco? At&eacute; quando terei de suportar-vos? Trazei-o aqui&quot;. Jesus esconjurou o dem&ocirc;nio que saiu do menino, e na mesma hora ele ficou curado. Ent&atilde;o os disc&iacute;pulos chegaram perto de Jesus e, em particular, lhe perguntaram: &quot;Por que n&oacute;s n&atilde;o pudemos expulsar este dem&ocirc;nio?&quot; Ele respondeu: &quot;Por causa de vossa pouca f&eacute;. Eu vos garanto: Se tiv&eacute;sseis uma f&eacute; do tamanho de um gr&atilde;o de mostarda, dir&iacute;eis a este monte: <i>sai daqui para ali</i>e ele iria , e nada vos seria imposs&iacute;vel&quot;.'
evangelho[10]='<p class="titular">Domingo 10 de agosto de 2003<br>XIX Semana do Tempo Comum<p class="texto">Jo 6,41-51<p class="texto">Os judeus come&ccedil;aram a murmurar contra Jesus porque dissera: &quot;Eu sou o p&atilde;o que desceu do c&eacute;u&quot;. E diziam: &quot;N&atilde;o &eacute; ele Jesus, o filho de Jos&eacute;? N&oacute;s conhecemos seu pai e sua m&atilde;e. Como ent&atilde;o pode dizer: desci do c&eacute;u?&quot; Jesus respondeu: &quot;N&atilde;o murmureis entre v&oacute;s. Ningu&eacute;m pode vir a mim se o Pai que me enviou n&atilde;o o atrair; e eu o ressuscitarei no &uacute;ltimo dia. Est&aacute; escrito nos Profetas: <i>Todos ser&atilde;o ensinados por Deus.</i> Quem ouve o Pai e &eacute; instru&iacute;do por ele vem a mim. N&atilde;o que algu&eacute;m tenha visto o Pai, pois s&oacute; aquele que est&aacute; em Deus &eacute; que viu o Pai. Na verdade eu vos digo: quem cr&ecirc; tem a vida eterna. Eu sou o p&atilde;o da vida. Vossos pais comeram o man&aacute; no deserto e morreram. Este &eacute; o p&atilde;o que desce do c&eacute;u, para que n&atilde;o morra quem dele comer. Eu sou o p&atilde;o vivo descido do c&eacute;u. Se algu&eacute;m comer deste p&atilde;o viver&aacute; para sempre. E o p&atilde;o que eu darei &eacute; minha carne para a vida do mundo&quot;.'
evangelho[11]='<p class="titular">Segunda-feira 11 de agosto de 2003<br>XIX Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 17,22-27<p class="texto">Quando eles estavam reunidos na Galil&eacute;ia, Jesus disse-lhes: &quot;O Filho do homem ser&aacute; entregue nas m&atilde;os dos homens, e eles o matar&atilde;o, mas ao terceiro dia ressuscitar&aacute;&quot;. E eles ficaram muito tristes. Quando entraram em Cafarnaum, os cobradores do imposto do Templo vieram a Pedro e perguntaram: &quot;Vosso mestre n&atilde;o paga o imposto?&quot; E ele respondeu: &quot;Paga sim&quot;. Ao entrar em casa, Jesus se antecipou, perguntando: &quot;Que te parece, Sim&atilde;o? De quem os reis da terra cobram impostos ou tributos, dos filhos ou dos estranhos?&quot; Ele respondeu: &quot;Dos estranhos&quot;. E Jesus lhe disse: &quot;Ent&atilde;o os filhos est&atilde;o isentos. Mas, para n&atilde;o os escadalizarmos, vai ao mar, lan&ccedil;a o anzol, pega o primeiro peixe que morder a isca, abre-lhe a boca e nela achar&aacute;s uma moeda. Retira-a e d&aacute; por mim e por ti&quot;.'
evangelho[12]='<p class="titular">Ter&ccedil;a-feira 12 de agosto de 2003<br>XIX Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 18,1-5.10.12-14<p class="texto">Naquele momento, aproximaram-se de Jesus os disc&iacute;pulos e perguntaram: &quot;Quem ser&aacute; o maior no reino dos c&eacute;us?&quot; Jesus chamou uma crian&ccedil;a, colocou-a no meio deles , e disse: &quot;Eu vos garanto que se n&atilde;o vos converterdes e n&atilde;o vos tornardes como crian&ccedil;as, n&atilde;o entrareis no reino dos c&eacute;us. Quem se fizer pequeno como esta crian&ccedil;a ser&aacute; o maior no reino dos c&eacute;us. E quem receber uma destas crian&ccedil;as em meu nome, &eacute; a mim que recebe. Cuidado para n&atilde;o desprezar um desses pequeninos, porque eu vos digo que seus anjos est&atilde;o continuamente no c&eacute;u, na presen&ccedil;a do meu Pai celeste. O que vos parece? Suponhamos que um homem possua cem ovelhas e uma se extravie. N&atilde;o deixar&aacute; ele as noventa e nove na montanha para ir buscar a ovelha que se extraviou? E eu vos garanto que, ao encontr&aacute;-la, sente mais alegria por ela do que pelas noventa e nove que n&atilde;o se extraviaram. Assim tamb&eacute;m, a vontade de vosso Pai celeste &eacute; que n&atilde;o se perca nem um s&oacute; destes pequeninos.'
evangelho[13]='<p class="titular">Quarta-feira 13 de agosto de 2003<br>XIX Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 18,15-20<p class="texto">Se teu irm&atilde;o pecar, vai e censura-o pessoalmente. Se ele te ouvir, ter&aacute;s ganho teu irm&atilde;o. Se n&atilde;o te ouvir, leva contigo uma ou duas pessoas a fim de que <i>toda a quest&atilde;o se resolva pela decis&atilde;o de duas ou tr&ecirc;s testemunhas.</i> Se n&atilde;o as ouvir, vai diz&ecirc;-lo à igreja. E, se n&atilde;o escutar a igreja, seja para ti como um pag&atilde;o e pecador p&uacute;blico. Eu vos garanto: Tudo que ligardes na terra, ser&aacute; ligado no c&eacute;u; e tudo que desligardes na terra, ser&aacute; desligado no c&eacute;u. Digo-vos ainda: Se dois de v&oacute;s se unirem na terra para pedir qualquer coisa, h&atilde;o de consegui-lo do meu Pai que est&aacute; nos c&eacute;us. Porque onde dois ou tr&ecirc;s estiverem reunidos em meu nome, eu estarei ali no meio deles&quot;.'
evangelho[14]='<p class="titular">Quinta-feira 14 de agosto de 2003<br>XIX Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 18,21-19,1<p class="texto">Ent&atilde;o se aproximou Pedro e lhe perguntou: &quot;Senhor, quantas vezes devo perdoar ao irm&atilde;o que pecar contra mim? At&eacute; sete vezes?&quot; Jesus lhe respondeu: &quot;N&atilde;o te digo at&eacute; sete vezes, mas setenta e sete vezes. Por isso o reino dos c&eacute;us se assemelha a um rei que quis ajustar contas com os seus servos. Quando come&ccedil;ou a ajust&aacute;-las, trouxeram-lhe um que devia uma enorme fortuna. Como n&atilde;o tivesse com que pagar, o senhor ordenou que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo que tinha, para pagar a d&iacute;vida. Mas o servo caiu de joelhos diante do senhor e disse: <i>Senhor, tem paci&ecirc;ncia comigo e te pagarei tudo</i>. Compadecido, o senhor o deixou ir embora e lhe perdoou a d&iacute;vida. Esse servo, ao sair dali, encontrou um de seus companheiros de trabalho, que lhe devia cem moedas de prata. Agarrou-o pelo pesco&ccedil;o e sufocava-o, dizendo: <i>Paga o que deves</i>! De joelhos, o companheiro suplicava: <i>Tem paci&ecirc;ncia comigo e te pagarei tudo</i>. Mas ele n&atilde;o concordou e o fez ir para a cadeia at&eacute; pagar a d&iacute;vida. Ao verem isso, seus companheiros ficaram muito tristes e foram contar ao senhor tudo que havia acontecido. Ent&atilde;o o senhor o chamou e lhe disse: <i>Servo miser&aacute;vel, eu te perdoei toda aquela d&iacute;vida porque me suplicaste. N&atilde;o devias tamb&eacute;m tu ter compaix&atilde;o do teu companheiro como eu tive de ti?</i> Irado, o senhor o entregou aos carrascos at&eacute; que pagasse toda a d&iacute;vida. Assim tamb&eacute;m far&aacute; convosco meu Pai celeste, se cada um de v&oacute;s n&atilde;o perdoar seu irm&atilde;o de todo o cora&ccedil;&atilde;o&quot;. Ao terminar estes discursos , Jesus deixou a Galil&eacute;ia e veio para o territ&oacute;rio da Jud&eacute;ia, al&eacute;m do Jord&atilde;o.'
evangelho[15]='<p class="titular">Sexta-feira 15 de agosto de 2003<br>XIX Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 19,3-12<p class="texto">Aproximaram-se dele alguns fariseus para test&aacute;-lo com a pergunta: &quot;&EACUTE; permitido um homem despedir sua mulher por qualquer motivo?&quot; Ele respondeu: &quot;N&atilde;o lestes que no princ&iacute;pio o Criador <i>os fez homem e mulher</i> e disse: <i>Por isso o homem deixar&aacute; o pai e a m&atilde;e para unir-se à sua mulher, e os dois ser&atilde;o uma s&oacute; carne? </i>Assim, j&aacute; n&atilde;o s&atilde;o dois, mas uma s&oacute; carne. N&atilde;o separe, pois, o homem o que Deus uniu&quot;. Eles insistiram: &quot;Ent&atilde;o, como &eacute; que Mois&eacute;s mandou dar <i>certid&atilde;o de div&oacute;rcio, ao despedir a mulher?</i> &quot; Jesus respondeu: &quot;Foi por causa da dureza de vosso cora&ccedil;&atilde;o que Mois&eacute;s vos permitiu divorciar-vos de vossas mulheres. Mas no princ&iacute;pio n&atilde;o foi assim. Eu, por&eacute;m vos digo: Quem se divorciar de sua mulher, salvo em caso de <i>prostitui&ccedil;&atilde;o</i>, e se casar com outra, comete adult&eacute;rio&quot;. Os disc&iacute;pulos lhe disseram : &quot;Se &eacute; esta a situa&ccedil;&atilde;o do homem em rela&ccedil;&atilde;o à mulher, ent&atilde;o &eacute; prefer&iacute;vel n&atilde;o casar&quot;. Ele lhes respondeu: &quot;Nem todos s&atilde;o capazes de entender isso, mas somente aqueles a quem foi dado. Pois h&aacute; homens incapazes para o casamento porque assim nasceram do ventre da m&atilde;e; h&aacute; outros que assim foram feitos pelos homens, e h&aacute; aqueles que assim se fizeram por amor do reino dos c&eacute;us. Quem puder entender, que entenda&quot;.'
evangelho[16]='<p class="titular">S&aacute;bado 16 de agosto de 2003<br>XIX Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 19,13-15<p class="texto">Alguns trouxeram a Jesus crian&ccedil;as para que lhes impusesse as m&atilde;os e rezasse sobre elas. Os disc&iacute;pulos, por&eacute;m, os repreendiam. Mas Jesus disse: &quot;Deixai vir a mim as crian&ccedil;as e n&atilde;o as impe&ccedil;ais, porque o reino dos c&eacute;us &eacute; daqueles que s&atilde;o como elas&quot;. E, depois de impor-lhes as m&atilde;os, partiu dali.'
evangelho[17]='<p class="titular">Domingo 17 de agosto de 2003<br>XX Semana do Tempo Comum<p class="texto">Jo 6,51-58<p class="texto">Eu sou o p&atilde;o vivo descido do c&eacute;u. Se algu&eacute;m comer deste p&atilde;o viver&aacute; para sempre. E o p&atilde;o que eu darei &eacute; minha carne para a vida do mundo&quot;. Os judeus come&ccedil;aram a discutir entre si: &quot;Como pode esse homem nos dar de comer sua carne?&quot; Jesus lhes disse: &quot;Na verdade eu vos digo: se n&atilde;o comerdes a carne do Filho do homem e n&atilde;o beberdes o seu sangue, n&atilde;o tereis a vida em v&oacute;s. Quem come minha carne e bebe meu sangue tem a vida eterna e eu o ressuscitarei no &uacute;ltimo dia. Porque minha carne &eacute; verdadeiramente comida e meu sangue &eacute; verdadeiramente bebida. Quem come minha carne e bebe meu sangue permanece em mim, e eu nele. Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim tamb&eacute;m quem comer de minha carne viver&aacute; por mim. Este &eacute; o p&atilde;o descido do c&eacute;u. N&atilde;o &eacute; como o p&atilde;o que vossos pais comeram e, ainda assim, morreram. Quem come deste p&atilde;o viver&aacute; eternamente&quot;. '
evangelho[18]='<p class="titular">Segunda-feira 18 de agosto de 2003<br>XX Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 19,16-22<p class="texto">Nisso, algu&eacute;m se aproximou e lhe perguntou: &quot;Mestre, que devo fazer de bom para ter a vida eterna?&quot; Ele lhe respondeu: &quot;Por que me perguntas pelo bom? Um s&oacute; &eacute; o bom. Se quiseres entrar na vida, observa os mandamentos&quot;. Ele perguntou: &quot;Quais?&quot;Jesus respondeu: &quot;<i>N&atilde;o matar&aacute;s, n&atilde;o cometer&aacute;s adult&eacute;rio, n&atilde;o furtar&aacute;s, n&atilde;o dar&aacute;s testemunho falso;honra pai e m&atilde;e e ama teu pr&oacute;ximo como a ti mesmo</i> &quot;. O jovem lhe disse: &quot;Tudo isso eu tenho observado. O que ainda me falta?&quot; Jesus respondeu: &quot;Se queres ser perfeito, vai, vende tudo que tens, d&aacute; o dinheiro aos pobres, e ter&aacute;s um tesouro nos c&eacute;us; depois vem e segue-me&quot;. Ao ouvir isso, o jovem foi embora triste, porque possu&iacute;a muitos bens.'
evangelho[19]='<p class="titular">Ter&ccedil;a-feira 19 de agosto de 2003<br>XX Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 19,23-30<p class="texto">E Jesus disse aos seus disc&iacute;pulos: &quot;Eu vos garanto que um rico dificilmente entrar&aacute; no reino dos c&eacute;us. E digo mais ainda: &EACUTE; mais f&aacute;cil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino de Deus&quot;. Ao ouvirem isso, os disc&iacute;pulos se espantaram e disseram: &quot;Ent&atilde;o, quem pode salvar-se?&quot; Jesus olhou para eles e disse: &quot;Para os seres humanos isso &eacute; imposs&iacute;vel, mas para Deus tudo &eacute; poss&iacute;vel&quot;. Ent&atilde;o, Pedro tomou a palavra e disse: &quot;E n&oacute;s, que deixamos tudo e te seguimos, o que teremos?&quot; Jesus respondeu: &quot;Eu vos asseguro: Quando todas as coisas forem renovadas e o Filho do homem se assentar no trono de sua gl&oacute;ria, v&oacute;s que me seguistes tamb&eacute;m vos assentareis em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel. E todo aquele que deixar casa, ou irm&atilde;os, ou irm&atilde;s, ou pai, ou m&atilde;e, ou filhos, ou campos por amor de meu nome, receber&aacute; cem vezes mais e possuir&aacute; a vida eterna. Mas muitos dos primeiros ser&atilde;o os &uacute;ltimos e dos &uacute;ltimos ser&atilde;o os primeiros.'
evangelho[20]='<p class="titular">Quarta-feira 20 de agosto de 2003<br>XX Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 20,1-16a<p class="texto">O reino dos c&eacute;us &eacute; semelhante a um pai de fam&iacute;lia que, ao romper da manh&atilde;, saiu para contratar trabalhadores para sua vinha. Acertado com eles o pre&ccedil;o da di&aacute;ria, mandou-os para sua vinha. Saiu pelas nove horas da manh&atilde; e viu outros na pra&ccedil;a sem fazer nada. E lhes disse: <i>Ide tamb&eacute;m v&oacute;s para a vinha e eu vos darei o que for justo</i>. E eles foram. Saiu de novo, por volta do meio-dia e das tr&ecirc;s horas da tarde, e fez o mesmo. E, ao sair por volta das cinco horas da tarde, encontrou outros que estavam desocupados e lhes disse: <i>Como &eacute; que estais aqui sem fazer nada o dia todo?</i> Eles lhe responderam: <i>Porque ningu&eacute;m nos contratou</i>. Ele lhes disse: <i>Ide tamb&eacute;m v&oacute;s para a vinha</i>. Pelo fim do dia, o dono da vinha disse ao seu feitor: <i>Chama os trabalhadores e paga os sal&aacute;rios, a come&ccedil;ar dos &uacute;ltimos at&eacute; os primeiros contratados</i>. Chegando os das cinco horas da tarde, cada um recebeu uma di&aacute;ria. E quando chegaram os primeiros, pensaram que iam receber mais. No entanto, receberam tamb&eacute;m uma di&aacute;ria. Ao receberem, reclamavam contra o dono, dizendo: <i>Os &uacute;ltimos trabalharam somente uma hora e lhes deste tanto quanto a n&oacute;s, que suportamos o peso do dia e o calor</i>. E ele respondeu a um deles: <i>Amigo, n&atilde;o te fa&ccedil;o injusti&ccedil;a. N&atilde;o foi esta a di&aacute;ria que acertaste comigo? Toma pois o que &eacute; teu e vai embora. Quero dar tamb&eacute;m ao &uacute;ltimo o mesmo que a ti. N&atilde;o posso fazer com os meus bens o que eu quero? Ou me olhas com inveja por eu ser bom?</i> Assim, os &uacute;ltimos ser&atilde;o os primeiros, e os primeiros ser&atilde;o os &uacute;ltimos&quot;.'
evangelho[21]='<p class="titular">Quinta-feira 21 de agosto de 2003<br>XX Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 22,1-14<p class="texto">Jesus tomou a palavra e falou-lhes de novo em par&aacute;bolas: &quot;O reino dos c&eacute;us &eacute; semelhante a um rei que preparou a festa para o casamento de seu filho. Enviou os escravos para chamar os convidados à festa, mas eles n&atilde;o quiseram vir. Mandou novamente outros escravos, ordenando-lhes: <i>Dizei aos convidados: o banquete j&aacute; est&aacute; pronto, os bois e animais de corte j&aacute; foram abatidos; tudo est&aacute; preparado, vinde para a festa</i>. Mas, sem se incomodarem, eles se foram, um para o seu s&iacute;tio, outro para o seu neg&oacute;cio. Outros agarraram os escravos, maltrataram-nos e os mataram. O rei ficou furioso e mandou seus ex&eacute;rcitos exterminar aqueles assassinos e tocar fogo em sua cidade. Depois disse aos escravos: <i>A festa est&aacute; preparada, mas os convidados n&atilde;o eram dignos. Ide, pois, às encruzilhadas dos caminhos e chamai para a festa todos os que encontrardes</i>. Os escravos sa&iacute;ram pelos caminhos e reuniram todos que encontraram, maus e bons, e a sala da festa ficou cheia de convidados. Quando o rei entrou para ver os que estavam à mesa, viu ali um homem que n&atilde;o vestia roupa de casamento, e lhe disse: <i>Amigo, como entraste aqui sem vestir roupa de casamento?</i>Mas ele ficou calado. Ent&atilde;o o rei disse aos que serviam: <i>Amarrai-o de p&eacute;s e m&atilde;os e jogai-o l&aacute; fora na escurid&atilde;o; ali haver&aacute; choro e ranger de dentes</i>. Porque muitos s&atilde;o os chamados e poucos os escolhidos&quot;.'
evangelho[22]='<p class="titular">Sexta-feira 22 de agosto de 2003<br>XX Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 22,34-40<p class="texto">Quando os fariseus souberam que Jesus fizera calar os saduceus, juntaram-se em bloco. E um deles, doutor da Lei, perguntou, para o testar: &quot;Mestre, qual &eacute; o maior mandamento da Lei?&quot; Jesus lhe respondeu: &quot;<i>Amar&aacute;s o Senhor teu Deus, de todo o cora&ccedil;&atilde;o, com toda a alma e com toda a mente.</i> Este &eacute; o maior e o primeiro mandamento. Mas o segundo &eacute; semelhante a este: <i>Amar&aacute;s o pr&oacute;ximo como a ti mesmo.</i> Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas&quot;.'
evangelho[23]='<p class="titular">S&aacute;bado 23 de agosto de 2003<br>XX Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 23,1-12<p class="texto">Ent&atilde;o Jesus falou às multid&otilde;es e a seus disc&iacute;pulos: &quot;Os escribas e os fariseus est&atilde;o sentados na c&aacute;tedra de Mois&eacute;s. Portanto, fazei e observai tudo o que eles vos disserem, mas n&atilde;o os imiteis nas a&ccedil;&otilde;es, porque eles dizem e n&atilde;o fazem. Amarram pesadas cargas e as p&otilde;em nas costas dos outros, e eles mesmos nem com o dedo querem toc&aacute;-las. Praticam todas as suas a&ccedil;&otilde;es para serem vistos pelos outros. Por isso alargam as faixas de pergaminho e alongam as franjas de seus mantos. Gostam dos primeiros lugares nos banquetes e das primeiras cadeiras nas sinagogas. Gostam de ser chamados de mestre pelo povo. Mas v&oacute;s, n&atilde;o vos deixeis chamar de mestre, porque um s&oacute; &eacute; vosso mestre, e todos v&oacute;s sois irm&atilde;os. A ningu&eacute;m chameis de pai na terra, porque um s&oacute; &eacute; vosso Pai, aquele que est&aacute; nos c&eacute;us. Nem vos fa&ccedil;ais chamar doutores, porque um s&oacute; &eacute; vosso doutor, o Cristo. O maior entre v&oacute;s seja vosso servo. Aquele que se exaltar ser&aacute; humilhado; e quem se humilhar ser&aacute; exaltado.'
evangelho[24]='<p class="titular">Domingo 24 de agosto de 2003<br>XXI Semana do Tempo Comum<p class="texto">Jo 6,60-69<p class="texto">Depois de o ouvirem, muitos de seus disc&iacute;pulos disseram: &quot;Estas palavras s&atilde;o duras! Quem pode escut&aacute;-las?&quot; Percebendo que os dic&iacute;pulos estavam murmurando por causa disso, Jesus lhes disse: &quot;Isto vos escandaliza? E se v&iacute;sseis o Filho do homem subir para onde estava antes? O esp&iacute;rito &eacute; que d&aacute; a vida. A carne de nada serve. As palavras que vos tenho dito s&atilde;o esp&iacute;rito e vida. Mas entre v&oacute;s h&aacute; alguns que n&atilde;o cr&ecirc;em&quot;. De fato, Jesus sabia desde o princ&iacute;pio quais eram os que n&atilde;o tinham f&eacute; e quem haveria de entreg&aacute;-lo. E prosseguiu: &quot;Por isso eu vos disse: ningu&eacute;m pode vir a mim se isso n&atilde;o lhe for concedido pelo Pai&quot;. Desde ent&atilde;o, muitos dos disc&iacute;pulos se retiraram e j&aacute; n&atilde;o o seguiam. Jesus perguntou ent&atilde;o aos Doze: &quot;Tamb&eacute;m v&oacute;s quereis ir embora?&quot; Sim&atilde;o Pedro respondeu: &quot;Senhor, para quem ir&iacute;amos? Tu tens palavras de vida eterna. N&oacute;s acreditamos e sabemos que tu &eacute;s o Santo de Deus&quot;.'
evangelho[25]='<p class="titular">Segunda-feira 25 de agosto de 2003<br>XXI Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 23,13-22<p class="texto">Ai de v&oacute;s, escribas e fariseus hip&oacute;critas, que fechais o reino dos c&eacute;us aos outros! N&atilde;o entrais v&oacute;s nem permitis que entrem os que o desejam .Ai de v&oacute;s, escribas e fariseus hip&oacute;critas, que percorreis mar e terra a fim de converter uma s&oacute; pessoa para, depois de convertida, a tornar merecedora do inferno, duas vezes mais do que v&oacute;s mesmos! Ai de v&oacute;s, guias cegos , que dizeis: <i>Se algu&eacute;m jurar pelo Santu&aacute;rio, n&atilde;o &eacute; nada, mas se jurar pelo ouro do Santu&aacute;rio, fica obrigado</i>. Insensatos e cegos! O que vale mais, o ouro ou o Santu&aacute;rio que santifica o ouro? E dizeis tamb&eacute;m: <i>Se algu&eacute;m jurar pelo altar, n&atilde;o &eacute; nada, mas se jurar pela oferta que est&aacute; no altar, fica obrigado</i>. Cegos, o que &eacute; mais, a oferenda ou o altar que santifica a oferenda? Pois, quem jura pelo altar, jura por ele e por tudo o que est&aacute; sobre o altar. E quem jura pelo Santu&aacute;rio, jura por ele e por quem o habita. E quem jura pelo c&eacute;u, jura pelo trono de Deus e por aquele que nele est&aacute; sentado.'
evangelho[26]='<p class="titular">Ter&ccedil;a-feira 26 de agosto de 2003<br>XXI Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 23,23-26<p class="texto">Ai de v&oacute;s, escribas e fariseus hip&oacute;critas, que pagais o d&iacute;zimo da hortel&atilde;, da erva-doce e do cominho, mas n&atilde;o vos preocupais com o mais importante da Lei: a justi&ccedil;a, a miseric&oacute;rdia e a fidelidade! &EACUTE; isso o que importa fazer, sem contudo omitir aquilo. Guias cegos, que filtrais um mosquito e engolis um camelo! Ai de v&oacute;s, escribas e fariseus hip&oacute;critas, que por fora limpais o copo e o prato mas por dentro estais cheios de roubo e cobi&ccedil;a. Fariseu cego, limpa primeiro o copo por dentro, para que fique limpo tamb&eacute;m por fora.'
evangelho[27]='<p class="titular">Quarta-feira 27 de agosto de 2003<br>XXI Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 23,27-32<p class="texto">Ai de v&oacute;s, escribas e fariseus hip&oacute;critas, que sois semelhantes a sepulcros caiados, vistosos por fora mas por dentro cheios de ossos dos mortos e de toda sorte de podrid&atilde;o. Assim tamb&eacute;m v&oacute;s, por fora pareceis justos aos outros, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e maldade. Ai de v&oacute;s, escribas e fariseus hip&oacute;critas, que constru&iacute;s os sepulcros dos profetas e enfeitais os monumentos dos justos, e dizeis: <i>Se n&oacute;s tiv&eacute;ssemos vivido no tempo de nossos pais, n&atilde;o ter&iacute;amos sido c&uacute;mplices no sangue dos profetas</i>. Com isso afirmais que sois filhos dos que mataram os profetas. Acabai, pois, de encher a medida de vossos pais. '
evangelho[28]='<p class="titular">Quinta-feira 28 de agosto de 2003<br>XXI Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 24,42-51<p class="texto">Vigiai, pois, porque n&atilde;o sabeis o dia em que chegar&aacute; o Senhor. V&oacute;s bem sabeis que, se o pai de fam&iacute;lia soubesse em que hora da noite viria o ladr&atilde;o, estaria de vigia e n&atilde;o deixaria arrombar-lhe a casa. Por isso estai v&oacute;s tamb&eacute;m preparados, porque na hora em que menos pensais vir&aacute; o Filho do homem. Quem ser&aacute;, pois, o escravo fiel e prudente que o senhor p&ocirc;s à frente dos outros escravos para lhes dar comida no momento oportuno? Feliz o escravo que, ao voltar, o senhor o encontrar agindo desta forma. Eu vos garanto: Confiar&aacute; a ele a administra&ccedil;&atilde;o de todos os seus bens. Mas se o escravo mau disser consigo: <i>Meu senhor est&aacute; demorando</i>, e come&ccedil;ar a bater nos companheiros, a comer e beber com os b&ecirc;bados, vir&aacute; o senhor desse escravo no dia em que menos esperar e numa hora imprevista; ele o afastar&aacute; do cargo, destinando-lhe a sorte dos hip&oacute;critas. Ali haver&aacute; choro e ranger de dentes.'
evangelho[29]='<p class="titular">Sexta-feira 29 de agosto de 2003<br>XXI Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 25,1-13<p class="texto">O reino dos c&eacute;us ser&aacute; semelhante a dez virgens que sa&iacute;ram com suas l&acirc;mpadas ao encontro do noivo. Cinco eram tolas e cinco prudentes. Pegando as l&acirc;mpadas, as tolas n&atilde;o levaram &oacute;leo consigo. Mas as prudentes levaram reservas de &oacute;leo junto com as l&acirc;mpadas. Como o noivo demorasse, todas cochilaram e adormeceram. À meia-noite, ouviu-se um grito: <i>L&aacute; vem o noivo! Sa&iacute;-lhe ao encontro</i>. Todas as virgens acordaram e se puseram a preparar as l&acirc;mpadas. As tolas disseram às prudentes: <i>Dai-nos um pouco de vosso &oacute;leo, porque nossas l&acirc;mpadas est&atilde;o se apagando</i>. Mas as prudentes responderam: <i>N&atilde;o temos o suficiente para n&oacute;s e para v&oacute;s; &eacute; melhor irdes aos vendedores comprar</i>. Enquanto elas foram comprar, chegou o noivo. As que estavam prontas entraram com ele para a festa do casamento, e a porta foi fechada. Mais tarde, chegaram as outras virgens e gritaram: <i>Senhor, senhor, abre-nos a porta</i>. Mas ele respondeu: <i>Na verdade, n&atilde;o vos conhe&ccedil;o</i>. Vigiai, pois, porque n&atilde;o sabeis nem o dia nem a hora.'
evangelho[30]='<p class="titular">S&aacute;bado 30 de agosto de 2003<br>XXI Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mt 25,14-30<p class="texto">Ser&aacute; tamb&eacute;m como um homem que, tendo de viajar para o exterior, chamou os seus escravos e lhes confiou os bens. A um deu cinco talentos , a outro dois e ao terceiro um, segundo a capacidade de cada um. Depois partiu. Imediatamente, o que recebeu cinco talentos saiu e negociou com eles, ganhando outros cinco. Do mesmo modo, o escravo que recebeu dois talentos ganhou outros dois. Mas o que recebeu um, saiu, cavou um buraco na terra e escondeu o dinheiro de seu senhor. Passado muito tempo, voltou o senhor daqueles escravos e lhes pediu as contas. O que tinha recebido cinco talentos aproximou-se e apresentou outros cinco: <i>Senhor, disse, confiaste-me cinco talentos; aqui tens outros cinco que ganhei</i>. O senhor disse-lhe: <i>Muito bem, escravo bom e fiel; foste fiel no pouco, eu te confiarei muito; vem alegrar-te com teu senhor</i>. Chegou o escravo dos dois talentos e disse: <i>Senhor, dois talentos me deste, aqui tens outros dois que ganhei</i>. O senhor lhe disse: <i>Muito bem, escravo bom e fiel; foste fiel no pouco, eu te confiarei muito; vem alegrar-te com teu senhor</i>. Aproximou-se tamb&eacute;m o que tinha recebido apenas um talento, e disse: <i>Senhor, sei que &eacute;s homem duro, que colhes onde n&atilde;o semeaste e recolhes onde n&atilde;o espalhaste. Por isso tive medo e fui esconder teu talento na terra; aqui tens o que &eacute; teu</i>. Respondeu o senhor: <i>Escravo mau e pregui&ccedil;oso, sabias que colho onde n&atilde;o semeei e recolho onde n&atilde;o espalhei. Devias, pois, depositar meu dinheiro em banco para, na volta, eu receber com juros o que &eacute; meu. Tirai-lhe o talento e dai-o ao que tem dez. Pois ao que tem muito, mais lhe ser&aacute; dado e ele ter&aacute; em abund&acirc;ncia. Mas ao que n&atilde;o tem, at&eacute; mesmo o que tem lhe ser&aacute; tirado. Quanto a este escravo in&uacute;til, jogai-o l&aacute; fora na escurid&atilde;o. Ali haver&aacute; choro e ranger de dentes</i>.'
evangelho[31]='<p class="titular">Domingo 31 de agosto de 2003<br>XXI Semana do Tempo Comum<p class="texto">Mc 7,1-8.14-15.21-23<p class="texto">Os fariseus e alguns escribas, vindos de Jerusal&eacute;m, tinham-se reunido em torno dele. Viram que alguns dos disc&iacute;pulos comiam p&atilde;o com m&atilde;os impuras, isto &eacute;, sem as lavar. &EACUTE; que os fariseus e os judeus em geral, apegando-se à tradi&ccedil;&atilde;o dos antigos, n&atilde;o comem sem lavar cuidadosamente as m&atilde;os. Quando voltam do mercado, n&atilde;o comem sem antes se purificar, e muitos outros costumes que observam por tradi&ccedil;&atilde;o, como lavar copos, pratos e panelas. Os fariseus e escribas perguntaram, pois, a Jesus: &quot;Por que teus disc&iacute;pulos n&atilde;o seguem a tradi&ccedil;&atilde;o dos antigos e comem o p&atilde;o com m&atilde;os impuras?&quot; Jesus lhes respondeu: &quot;Hip&oacute;critas, bem profetizou Isa&iacute;as a vosso respeito, quando escreveu:</p><p class="texto"><i>Este povo me honra com os l&aacute;bios<br>mas o cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; longe de mim;<br>em v&atilde;o me prestam culto,<br>ensinado doutrinas e preceitos humanos.</i></p><p class="texto">Deixando de lado o mandamento de Deus, v&oacute;s vos apegais à tradi&ccedil;&atilde;o dos homens&quot;. Jesus chamou novamente o povo e disse: &quot;Ouvi-me todos e entendei. Nada que vem de fora de uma pessoa pode torn&aacute;-la impura. O que sai de dentro de uma pessoa &eacute; que a torna impura. Pois &eacute; do interior do cora&ccedil;&atilde;o das pessoas que prov&ecirc;m os maus pensamentos, a prostitui&ccedil;&atilde;o, os roubos, os homic&iacute;dios, os adult&eacute;rios, as cobi&ccedil;as, as perversidades, a fraude, a desonestidade, a inveja, a cal&uacute;nia, o orgulho e a insensatez. Todos estes v&iacute;cios v&ecirc;m de dentro e tornam a pessoa impura&quot;.'
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